Os admiradores das artes podem contar, a partir de terça-feira, dia 10, com uma belíssima exposição do artista uruguaio Carlos Páez Vilaró, na galeria Bia Doria, em São Paulo. Com o apoio do Conrad, o mais importante hotel da região de Punta del Este, o pintor apresenta suas obras mais recentes. Vilaró é um filho legítimo de seu país, representando-o nas artes e na literatura, como uma das figuras uruguaias mais expressivas nesses segmentos. O artista é responsável pela belíssima Casapueblo, local onde também instalou seu atelier. Tal como Conrad, a Casapueblo é um ícone em Punta del Este, tornando-se ao lado do resort uruguaio, um de seus mais famosos cartões postais. Natural portanto que dois gigantes da cena de Punta se unam e e estejam presentes onde há brilho, movimentação e criação. Prova do respeito e amizade mútua que unem os dois é o enorme painel que existe no resort – ao lado do cassino - pintado pelo artista. Os mais concorridos eventos que se realizam no Conrad tem na figura de Vilaró presença garantida. O apoio do Conrad é na realização do coquetel e consequentemente, confere mais uma homenagem do resort uruguaio a uma das figuras mais ilustres daquele país.\Carlos Paez Vilaró nasceu em Montevideo no Uruguai no dia 1 de novembro de 1923. A sua trajetória artística está marcada por múltiplas exposições realizadas a partir de 1950 em todas as partes do mundo, se sobressaindo com os seus percursos pelos povos mais primitivos, como suas incursões pela Ásia, África, Oriente e Polinésia. Entre as suas expeosições destacam-se: Maison de l”Amérique (Paris); Organização de Estados Americanos (Washigton) Galeria Tanisia (Nova Iorque); Krane Calman Gallery (Londres); Palácio da Criatividade (Alexandria); Ópera House (Cairo); entre outras. Em São Paulo teve vários ateliês durante um período de quinze anos desde 1970 onde deixou parte da sua obra em exposições, murais e coleções particulares.Em 1965, representando o Uruguai obteve o premio de pesquisa na 8º Bienal e realizou várias exposições individuais nas Galerias Astreia e Portal. Em 1970, realizou sua exposição de caixas “Stand Art” no Museu de Arte Moderna do Ibirapuera. Foi fundador do Centro de Cerâmicas de São Paulo e participou durante vários anos no planejamento do Helvetia Pólo Country em iIndaiatuba, onde construiu a primeira casa do lugar e seu atelier “Bere-Bere”. Fez os murais de bronze do hotel Hilton, a Cia. Acero Torsima e o edifício Scarpa na Av. Paulista. Para Ricardo Roman, fez o mural em homenagem a Astor Piazzolla no Hotel Delphin da cidade do Guarujá. Convidado pelo presidente Juscelino Kubistchek junto ao escultor Alexander Calder, visitou Brasília, expondo depois na Fundação Cultural. Também expôs sua obra no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Porto Alegre) e em Florianópolis no Palácio Barriga Verde, realizando o mural do Iate Clube.Em Petrópolis, no Rio de Janeiro, junto a Mirtes Mello Machado, fundou um movimento de tapeçaria com o nome de Girassol e, vinculado à cinematografia, apresentou com Gerard Leclery o seu filme “Pulsation”, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Paéz também pintou o exterior de várias aeronaves da Pluna. Enquanto completa os seus jovens 86 anos consagrados à arte, revela-nos na força de suas cores a sua apaixonada entrega à criatividade. A exposição tem abertura no próximo dia 10 de novembro, na Galeria Bia Doria, al. Gabriel Monteiro da Silva, 1.802.
07.11.Bandeirantes x Emboabas
In eventos, decoração, design,, exposições, mostras on Novembro 4, 2009 at 10:03
A partir de sábado, 7 de novembro, a Casa do Bandeirante, em São Paulo, abrigará a exposição Guerra dos Emboabas – 300 Anos Depois, promovida pela Via Social Projetos Culturais e com patrocínio da Cemig e Eletrobrás. A mostra, com curadoria do historiador Leonardo José Magalhães Gomes, reconstitui o trajeto realizado pelos Bandeirantes de Minas Gerais até a capital paulista, traçando um painel do conflito que marcou a história do país, por meio de uma criteriosa seleção de textos divulgados por historiadores do século XVIII ao XXI, e é enriquecida com fotos, ilustrações e reprodução de material iconográfico.
O visitante poderá percorrer os mais de 300 m² da Casa do Bandeirante e conferir os diversos módulos que compõem a exposição, em diferentes materiais, cores e tamanhos, os quais retratam temas específicos sobre o episódio, como o território, a fauna e flora, os caminhos para Minas, a paisagem da região, os tipos de mineração, os emboabas, as conseqüências do conflito, a fundação da Capitania de São Paulo e Minas do Ouro, entre outros tópicos. Além disso, estarão disponíveis para consulta catálogos, fotografias, pinturas, mapas e objetos utilizados pelos Bandeirantes durante a corrida pelo ouro.
A capital paulista também sedia o ciclo de palestras 300 anos da criação da Capitania de São Paulo e Minas do Ouro, no dia 09 de novembro, no Instituto Itaú Cultural, reunindo historiadores e pesquisadores renomados como Adriana Romeiro e João Antônio de Paula, ambos da UFMG, Laura de Mello e Souza, da USP e John Manoel Monteiros, da Unicamp. Serão tratados temas relacionados ao conflito, bem como sobre a Cultura Bandeirante, Instituições Políticas no século XVIII e História e Cultura em Minas Gerais.
Na Praça Monteiro Lobato, s/nº, Butantã. Abertura da exposição no sábado, 07 de novembro, das 11h as 14h. Visitação a partir de domingo, 08 de novembro. De terça a domingo, das 9h as 17h. Entrada Gratuita. Agendamento de visita orientada para grupos e programação do Museu da Cidade de São Paulo: www.museudacidade.sp.gov.br. Ciclo de palestras, na segunda, dia 09 de novembro, das 10h30 às 19h. Entrada Franca. Inscrições no local.
07.11.Coletiva
O Museu da Casa Brasileira inaugura a mostra coletiva Experimentando Espaços de Agnaldo Farias. Dez artistas propõem intervenções nos jardins do Museu da Casa Brasileira. Trabalhos de Afonso Tostes, Amália Giacomini, Amélia Toledo, Arthur Lescher, Carlito Carvalhosa, Daniel Acosta, Eduardo Coimbra, Elisa Bracher, José Spaniol e Raul Mourão. No sábado, 7 de novembro, às 11 horas, av. Brigadeiro Faria Lima, 2.705.

